Siga o Sol - 1996

Ouvir todo o cd em sequência

VIDA NOVA
(Claudio Venturini / Keta / Vermelho / Juca Filho)

Eu te vi
Quando já não havia nada,
Eu te quis
Quando não queria mais,
A loucura das paixões,
Os carinhos sem calor,
A ilusão que oculta o véu do amor...
Deita aqui,
Os poemas sem palavras
Vão surgir.
Vida em nossos corações,
O silêncio traz canções,
Onde havia escuro há cor,
Nosso encontro tudo transformou,
Meu amor...
Nosso amor
Quer seguir
E uma estrada iluminada
Nosso amor
Um rubi
Pedra rara e preciosa
Clara luz
Do querer
Semeando
A vida nova
Que há de ser
Simplesmente o nosso amor.
(Ó lua da madrugada
Derrama seu brilho em nós.)

ORQUESTRAÇÃO: VITTOR SANTOS
VIOLINO I: RICARDO AMADO
VIOLINO II : MARIANA ISDEBSKI
VIOLA: CECÍLIA MENDES
CELLO: MARCELO ISDEBSKI

SIGA O SOL
(Claudio Venturini / Vermelho /Alvin L.)

Ainda é cedo
Temos tempo vamos viajar
Sinta o vento
Que sopra e pode nos levar
Faça um pedido
Um dia pode acontecer
Fique comigo
Anoiteça e quando acontecer
Siga o sol.
Ainda é cedo
Mesmo quando é tarde para ficar
Sinta o tempo passar por nós
Sem nos tocar
Corra o risco
De viver
Sem ter que pertencer
Ache um motivo
Seja livre e se amanhã chover
Siga o sol.
Ainda é cedo mesmo quando
O dia acabou um dia não é só
O tempo que passou quando escurecer
Mesmo assim
Siga o sol.

CIDADELA
(Claudio Venturini / Zé Eduardo)

Eu vejo essa cidade em sonhos
Meus pés não tocam o chão.
Não sinto nada que desperte em mim
Qualquer paixão.
Fecho a janela e reconheço
O mundo inteiro ao meu redor (2ª parte)
Vejo que vale a pena
Ainda que esteja só.
Eu ouço essa cidade ao longe
Os sons tão desiguais
O tempo corre no meio da noite
E apaga minha história.
BIS (2ª parte)
Eu ando por essas ruas
Cegas esquinas sigilosas.
Eu passo por tantas portas
Os olhos não me vêem.
Não bata na minha porta
Nem tente pular pela minha janela
Eu vejo daqui de dentro
Você não é uma fera.
Não fique ai de fora
Nem tente invadir e tomar meu abrigo
Eu vejo daqui de dentro
Você não é mais perigo.

OUTRA ESTRADA
(Flávio Venturini / Murilo Antunes / Márcio Borges)

Para falar da saudade vadia
Tudo me faz te lembrar
Lágrima tímida rola em minha cara
Prá não dizer que não falei o teu nome
Flores eu venho ofertar
Sei que esse mundo explode
Mas ele sabe perdoar
Nessa toada me levaria
Dentro do teu coração
Outra estrada me deixaria lá...
Quando a noite debruça no mar
Sinto teu cheiro no ar
Toda ventura do mundo valerá...
Faço por não saber o que virá ao acordar
Arde no peito o que resta pra sonhar
Vem revelar o teu mistério em meu quintal
Magicamente brotará
Mais evidente que o mar
Mais do que mágica, mais eu imaginava
Se deixo pista no meu caminho
Já não há mais ilusão
Deixo cair sementes da minha mão.
Bom dia, ê mundo meu
Canção do sol que nasceu.

VIOLÃO E VOZ: FLÁVIO VENTURINI

CLARABÓIA
(música: Vermelho e Cláudio Venturini. letra: Fernando Morello)

Sinto o sol
Vir pela janela iluminar
E acordar cada poeira
Num farol
Um raio de luz a me queimar
E recordar a vida inteira.
Que filmará, que beijará
Minha cabeça
Me manterá nesse encanto.
De cada canto a ensolarar
A cabeceira
De cada pó
Subir o manto...
Bate o sol
Me invade num nó (1ª vez)
Me dá um dó
Acordar...
Sonho alto, o corpo imóvel
Dá um saldo, bate a porta (2ª vez)
Um falso alarme
A me avisar.
Deixo o dia me clarear
Igual poeira, possa boiar-me no ar
Clarabóia vem me levantar.
Se a vida quer o pé no chão
A poesia pesa menos que o ar
Possa vê-la flutuar.

TEMA EM FÁ — INSTRUMENTAL
(Vermelho)

TODOS NÓS
(Gijs Andriessen / Juca Filho)

Na calma de uma lua no Xingu
Debaixo do mistério do Equador
A história que um cacique me contou.
Sozinho numa rua de Paris
O brilho aventureiro de um olhar
Espíritos ciganos todos nós.
O sol em Nova Délhi de manhã
É o mesmo que ilumina Amsterdã
E brilha nas trincheiras do Irã.
No frio solitário de um iglu
O abraço companheiro de um amigo esquimó
E na verdade nunca estamos sós
O povo do planeta somos nós.
Meninas lindas do Afeganistão
Crianças numa praia do Japão
O tai-chi nas praças de Pequim.
Chorando o coração da África
Na vibração dos filhos de Xangô
Cantando a esperança e não a dor.
No fundo todos os deuses são iguais
As línguas e as religiões
Se encontram no bater dos corações.
O povo do planeta somos nós
Vivendo junto mais uma vez
E na verdade nunca estamos sós
No fundo todos os homens são iguais.

ORQUESTRAÇÃO: RURIÁ DUPRAT

BANDEIRAS
(música: Sérgio Magrão / letra: César de Mercês)

Minha bandeira debaixo do sol
Minha bandeira na beira da luz
Entradas, caminhos, florestas, sertão
O coração, a espada e a cruz.
Minha bandeira me diz quem eu sou
Sou viajante querendo chegar
Sou caçador da eterna canção
Sou criatura de todo lugar.
Minha bandeira carrega a emoção
De um vôo livre sobre Paris
Minha bandeira é pura invenção
É a loucura, é o palco, é o bis.
Minha bandeira é a vida exposta
Vozes, acordes, palavras e sons
É o prazer de tocar é a resposta
Todas a cores
Todos os tons.

BLUES — INSTRUMENTAL
(Claudio Venturini)

DE PONTA-CABEÇA
(Claudio Venturini / Zé Eduardo)

Deixe que tudo aconteça
Deixe que venha tudo que vier.
Deixe que o mundo enlouqueça
Que vire de ponta-cabeça
Deixe os dois lados do planeta
Numa imensa noite.
Eu não terei nenhum medo
Se você estiver comigo.
Deixe que os rios se espalhem
Deixe que os mares se juntem todos
Em um só.
Deixe que os ventes do leste
Corram por dentro dos canyons
E conspirem contra os deuses, se houverem.
Eu não terei nenhum medo
Se você estiver comigo.
Deixe que os claros da noite
Criem esplêndidas formas
Deixe o silêncio dessas sombras
Revelar-se por fim.
Deixe que os templos desabem
Deixe que os véus se incendeiem
Deixe que tudo se resolva
Com um mesmo fim enfim.

AS CONTAS DO AMOR
(Vermelho / Claudio Venturini / Marcio Borges)

Faço por nós dois
O que ainda falta
Afastar o véu, meu amor
Nosso faz-de-conta.
Faça o favor de seguir além
Vem cultivar o que é nosso bem
Quando você me sorri assim
Faz renascer o melhor de mim.
Fácil falar, mas fazer
Faca de três pontas
Vem realizar
O que não consigo dizer.
Te faço como eu quero
No meu sonhar
E sonho acordado
Te quero comigo
E quero mais.
Faça por nós o que for melhor
Não vire a página desse amor.
Vem realizar
Paz na nossa casa.
Te faço como eu quero
No meu sonhar
E sonho acordado
Te quero comigo
E quero mais.
Hoje pode ser, meu amor
Tudo diferente.

AMOR VIRTUAL
(Claudio Venturini / Telo Borges / Suely Mesquita)

Nós
Sem querer
Por acaso, aqui
Vamos nos achar
Descobrir
Nunca mais sair.
Dom
Natural
Sonho com você
Vou te imaginar
Irreal
Louco pra te ver.
Hoje ou amanhã, vou te encontrar
Na rua, na esquina, te encontrar
Te reconhecer, me apaixonar.
Voz
Virtual
Quase igual a nós
Um dia vou ser
Seu amor
Outra vez você.

FAÇA SEU JOGO
(Lô Borges e Márcio Borges)

Jogue sua vida na estrada
Como quem não quer nada
Ouço bem as vozes do mato
Como quem abriu o seu coração.
Eu sonhei outro mundo, meu amor
E a paz morava na nossa casa
Mil pessoas como nós
Sem palavras por viver.
Sonhei que era tempo de reencontrar amigos
Falar do velho tempo morto que passou depressa
Sonhei que amanhã é hora de você jogar.
Jogue sua vida na estrada
Como quem não quer fazer nada
Ouço bem as vozes do mato
Como quem abriu o seu coração.

14 Bis
14 Bis II
Espelho das Águas
Além Paraíso
A Idade da Luz
A Nave Vai
Sete
14 Bis Ao Vivo
Quatro por Quatro
Siga o Sol
Bis
14 Bis e Boca Livre ao Vivo
Outros Planos
Sérgio Magrão
Claudio Venturini
Vermelho
Hely Rodrigues
HOME NOVO ALBUM SHOWS NEWS HISTÓRIA DISCOGRAFIA FOTOS CIFRATURAS BRINDES MENSAGENS FALE CONOSCO COMPRAS BLOG
Shows: contratos@14bis.com.br
Arte: Benny75.com
Webmaster: João Vicente - joaovicente@terra.com.br